Os nomes próprios, como qualquer outra palavra do idioma, seguem - obrigatoriamente - as mesmas regras gramaticais. O nome César, por exemplo, de acordo com as normas ortográficas, sempre será escrito como uma palavra paroxítona, ou seja, aquela cuja sílaba tônica é a penúltima. Ainda segundo a regra, este mesmo nome sempre será escrito com s (César), e nunca com z (“Cézar”).
Veja alguns outros exemplos de nomes próprios na sua forma correta: Antônio ( e não “António”), Elisa (e não “Eliza), Isidoro (e não “Izidoro), Juçara (e não “Jussara”), Lisa (e não “Liza”), Luís (e não “Luiz”), Luzia (e não”Lusia”), Marisa (e não “Mariza”), Míriam (e não “Miriã), Natacha (e não “Natasha”), Rosângela (e não “Rozângela), Teresa (e não “Tereza”) etc.
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É isso!